terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Que venha 2012 - Feliz tudo !


A todos um Feliz tudo, de tudo e por tudo.

A propósito.... "o que você quer ser quando crescer?

Que venha 2012, é bem por ele que estamos esperando, mas não sentados e nem em pé. Esperamos em movimento, com olhar em cada acontecimento para colher o que é nosso !

Obrigada a todos pelo caminho trilhado !

"Posso te dar três conselhos? - SONHE, ERRE e AME AO PRÓXIMO NA MESMA PROPORÇÃO QUE TE AMAS".

2012  =  2+0+1+2  =  5 ou 23 ou 32 ou 41 ou 14 ou 115, escolha o seu número e calce ou descalce o seu par.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Smile - Charlie Chaplin - Feliz Natal !!!



Smile quando você for a graça;
Smile quando só a poeira sobrar;
Smile quando o teu passo fugir do compasso;
Smile quando teu peixe for o menor;
Smile quando perderes o equilíbrio;
Smile quando pensarem que teu riso é o desequilíbrio;
Smile quando teus olhos brilharem....ou chorarem;
Smile quando estiveres perdido;
Smile quando fores encantador;
Smile quando precisares te esconder;
Smile quando a raiva e a alegria te vierem;
Pule muito alto e Smile, Smile, Smile....
Smile, ande às voltas, dance, Smile;
Smile quando tiver só ou a dividir o caminho;
Smile quando pensares que o mundo é teu;
Smile com, na, para criança;
Smile da vida, para vida e com a vida.

Smile e Feliz Natal ! - Gislaine Becker

terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Minha Querida Inês" por Margarida Rebelo Pinto



"Minha Querida Inês" é a mais nova obra da escritora Margarida Rebelo Pinto, com género narrativo e caracterizado como romance histórico.

Antes mesmo da crítica penso que vale a pena as palavras da autora.

Boa leitura :) Uma viagem no tempo com um olhar contemporâneo.

Criar/Resgatar a disposição à Leitura



CRIA







LITER



DE

AÇÃO


ATURA




AULA


Quando me refiro a criação/resgate a disposição à leitura, essa ideia vem ao entendimento de que a formação de leitores dá-se ao longo da vida do sujeito e não em um momento específico de doze anos escolar. Todavia, acredito que esses doze anos podem firmar essa formação de leitores, justamente, pelas diversas possibilidade e métodos criativos de aprendizagem ao prazer textual.


Entretanto, não é isso que vem acontecendo, na grande maioria, ao ensinamento da disciplina de Literatura, uma vez que a escola cada vez mais não forma/agrega um número maior de leitores.


Mas, será que este sério fator de transformar a aula de Literatura em um momento desmotivador à leitura (ao próprio conteúdo que precisa ser ministrado) tem a ver com a perspectiva educativa dos professores dentro do ensino da Literatura ou será que estamos diante de uma geração de jovens totalmente desmotivados por natureza? A segunda hipótese parece-me cair por terra quando percebo que estes jovens estão ligados ao mundo que os interessa e que quando incentivados conseguem responder a qualquer estímulo, desde que este incentivo corresponda às suas expectativas e consequentemente tenha uma ligação a sua vida. Esta afirmação vem ao encontro da certeza de que todo aluno, em lato sensu, tem uma pré-disposição natus em aprender para um stricto sensu.


Certamente, que não preciso tecer a respeito da importância da arte (nesse caso da arte da escrita/Literatura) para a formação social do indivíduo e todos seus benefícios, mas a sensação que tenho é que o sistema educacional, centrado na escola, não tem interesses em formar leitores via o próprio conteúdo literário que precisa ser ministrado. Ainda, a sensação que tenho é que o sistema educacional anda no sentido contrário as expectativas dos nossos alunos, com métodos dos séculos XIX e XX para ensinar alunos do século XXI.

sábado, 19 de novembro de 2011

Lista de Livros - Por Lúcia N. Ermetice



Lúcia escreveveu-nos e acrescentou em nossa lista alguns livros que ela gosta muito. São eles:


  • A Cidade e as Serras - Eça de Queirós;

  • As Vinhas da Ira - John Steinbeck;

  • O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder;

  • Livro do Desasossego - Fernando Pessoa;


  • Incidente em Antares - Érico Veríssimo;


  • Rua Principal - Sinclair Lewis.

Obrigada Lúcia !

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Os Sete Saberes de Morin




Edgar Morin apresentou, em 2003, o que ele mesmo chama de inspirações para o educador ou os saberes necessários a uma boa prática educacional.



1º Saber - Erro e ilusão


Não afastar o erro do processo de aprendizagem. Integrar o erro ao processo, para que o conhecimento avance.
- A educação deve demonstrar que não há conhecimento sem erro ou ilusão. - Todas as percepções são ao mesmo tempo traduções e reconstruções cerebrais a partir de estímulos ou signos, captados e codificados pelos sentidos. - O conhecimento em forma de palavra, ideia ou teoria, é fruto de uma tradução/reconstrução mediada pela linguagem e pelo pensamento; assim conhece o risco de erro. - Sendo o conhecimento tradução e reconstrução, admite interpretação pelo indivíduo; assim terá a forma de cada um, e conforme cada um vê o mundo. - Não se pode e não se deve separar os sentidos humanos ao conhecimento visto que a afectividade pode asfixiar o conhecimento, mas também fortalecê-lo. -



Não há um estado superior da razão que domina a emoção, mas um circuito


intelecto «-» afecto


que assim contribui para o estabelecimento de comportamentos racionais. - Existe um mundo psíquico independente, onde fermentam necessidades, sonhos, desejos, ideias, imagens, fantasias e este mundo influencia a nossa visão e concepção do mundo. - A racionalidade é o melhor guarda–costas da razão. Com ela nos é permitido distinguir o real do irreal, o objectivo do subjectivo, etc. Mas também a racionalidade para ser racional deve estar aberta a todas as possibilidades de erro - caso contrário passa a ser uma racionalização dos nossos conhecimentos ou seja, o que pensamos estar correcto e ser racional, como não o pomos à prova de erro, torna-se a racionalização desse pensamento, ideia ou teoria. Fecha-se em si mesmo. A racionalidade é aberta - ao contrário da racionalização, que se fecha em si mesma.



2º Saber - O conhecimento pertinente
Juntar as mais variadas áreas de conhecimento, contra a fragmentação. Para que o conhecimento seja pertinente, a educação deverá tornar evidentes:
O contexto
O global
O multidimensional
– o ser humano é multidimensional: é biológico, psíquico, social e afectivo. A sociedade contém dimensões históricas, económica, sociológica, religiosa.
O complexo – ligação entre a unidade e a multiplicidade.
A educação deve promover uma inteligência geral apta a referir-se ao complexo, ao contexto, de forma multidimensional e numa concepção global. Quanto mais poderosa for a inteligência geral, maior é a sua faculdade de tratar problemas especiais.
A antinomia – os progressos do conhecimento estão dispersos, desunidos, devido à especialização que quebra os contextos, as globalidades e as complexidades. Os problemas fundamentais e os problemas globais são evacuados das ciências disciplinares, perdem as suas aptidões naturais tanto para contextualizar os saberes como para integrá-los nos seus conjuntos naturais. A debilitação da percepção do global conduz à debilitação da responsabilidade (cada um só se responsabiliza pela sua tarefa especializada) e à debilitação da solidariedade (já ninguém sente vínculos com os concidadãos).
A disjunção e especialização fechada – a hiperespecialização – impede-nos de ver tanto o global como o essencial, e de tratar correctamente os problemas particulares, que só podem ser apresentados e pensados num contexto. A cultura geral incita à busca da contextualização de qualquer ideia; a cultura científica e técnica disciplinar parcela, desune e compartimenta os saberes, tornando cada vez mais difícil a sua contextualização. A divisão das disciplinas impossibilita colher o que está tecido em conjunto – o complexo.
A redução e disjunção – o princípio da redução conduz a uma diminuição do conhecimento de um todo, ao conhecimento das suas partes, como se a organização de um todo não produzisse qualidades ou propriedades novas em relação às partes, consideradas separadamente. Conduz à redução do complexo ao simples, à eliminação de tudo aquilo que não seja quantificável nem mensurável. A redução, quando obedece estritamente ao postulado determinista, oculta o risco, a novidade, a intenção.
A falsa racionalidade – o século XX viveu sob o reino de uma pseudo racionalidade, que se presumiu ser a única, mas que atrofiou a compreensão, a reflexão e a visão a longo prazo. A sua insuficiência para tratar os problemas mais graves constituiu um dos problemas mais graves para a humanidade.



3º Saber - Ensinar a condição humana
Não somos um algo só. Somos indivíduos mais que culturais - somos psíquicos, físicos, míticos, biológicos, etc.
A educação do futuro deverá ser um ensino primeiro e universal centrado na condição humana. O humano permanece cruelmente dividido, fragmentado, enuncia-se um problema epistemológico e é impossível conceber a unidade complexa do humano por intermédio do pensamento disjuntivo, que concebe a nossa humanidade de maneira insular, por fora do cosmos que o rodeia, da matéria física e do espírito do qual estamos constituídos, nem tão pouco por intermédio do pensamento redutor que reduz a unidade humana a um substrato bio – anatômico. - Enraizamento – desenraizamento - embora enraizados no cosmos e na esfera viva, os humanos desenraizaram-se pela evolução. - Condição cósmica/condição física/condição terrestre/condição humana. Somos ao mesmo tempo seres cósmicos e terrestres. Somos resultado do cosmos, da natureza, da vida, mas devido à nossa própria humanidade, à nossa cultura, à nossa mente, à nossa consciência, tornámo-nos estranhos a este cosmos do qual fazemos parte. Evoluímos para além do mundo físico e vivo. È neste mais alem que se opera o pleno desdobramento da humanidade. - A unidualidade – o homem é um ser plenamente biológico, mas senão dispusesse plenamente da cultura seria um primata do mais baixo nível. O homem só se completa em ser plenamente humano pela e na cultura. Não existe cultura sem cérebro humano, mas não há mente ou seja, capacidade de consciência e de pensamento sem cultura. A mente é uma emergência do cérebro, que suscita cultura, a qual não existiria sem cérebro.Uma outra face da complexidade humana que integra a animalidade na humanidade e a humanidade na animalidade. As relações entre a razão/afecto/impulso não são só complementares, mas também antagonistas admitindo os conflitos entre a impulsividade, o coração e a razão. A racionalidade não dispõe do poder supremo - Indivíduo/sociedade/espécie – o desenvolvimento verdadeiramente humano significa desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do e do sentido de pertença à espécie humana. A educação do futuro devera velar para que a ideia de unidade da espécie humana não apaguea diversidade e que a diversidade não apague a unidade. Todo o ser humano traz geneticamente em si a espécie humana e implica geneticamente a sua própria singularidade anatómica, fisiológica, todo o ser humano traz em si cerebral, mental, psicológica, afectiva, intelectual subjectivamente caracteres fundamentalmente comuns e ao mesmo tempo, tem as suas singularidades cerebrais, mentais, psicológicas, afectivas, intelectuais, subjectivas. A cultura mantém a identidade humana, no que ela tem de específico: as culturas mantêm as identidades sociais no que elas têm de específico. O ser humano é complexo e traz em si de forma bipolarizada os caracteres antagónicos: racional e delirante; trabalhador e jogador; empírico e imaginário; ecónomo e delapidador; prosaico e poético da mesma maneira a educação deveria mostrar e ilustrar o destino de múltiplas faces do humano: o destino social, o destino histórico, todos os destinos entrelaçados e inseparáveis. Uma das vocações essenciais da educação do futuro será o exame e o estudo da complexidade humana.



4º Saber - Identidade terrena
Saber que a Terra é um pequeno planeta, que precisa ser sustentado a qualquer custo. Idéia da sustentabilidade terra-pátria.
O tesouro da humanidade está na sua diversidade criadora, mas a fonte da sua criatividade está na sua unidade geradora. Com as novas tecnologias o mundo cada vez mais é um todo. Mas de um todo desunificado e desenraizado lado. O crescimento económico de uns gera a miséria noutros: o mundo é um todo, esse todo não respeita nem vê cada um, seja ele Estado ou indivíduo. O desenvolvimento das ciências trazem-nos progresso mas também regressões, ajuda uns e mata outros. Os grandes desenvolvimentos desenvolveram tudo e esqueceram-se de desenvolver o conceito de cidadania terrestre. Mas há esperança, tem que haver esperança. Esperamos com esperança com os vários contributos das contracorrentes que vão aparecendo por reacção às correntes dominantes; - a contracorrente ecológica, que defende a preservação do planeta que é nosso e por isso mesmo não temos o direito de o destruir e simultaneamente de nos destruirmos com ele; a contracorrente qualitativa – que rejeita a filosofia de “ quanto mais melhor “ e defende a de “ quanto melhor melhor “; a contracorrente à vida utilitária, sem cor; a contracorrente ao consumismo desenfreado; a contracorrente da escravatura ao lucro; a contracorrente pacifista que se opõe à solução armada para resolução dos conflitos.

5º Saber - Enfrentar as incertezas
Princípio da incerteza. Ensinar que a ciência deve trabalhar com a ideia de que existem coisas incertas.
Por muito que o progresso se tenha desenvolvido não nos é possível, nem com as melhores tecnologias, prever o futuro. O futuro continua aberto e imprevisível. O futuro chama-se incerteza. Nada é um dado adquirido, completo e simples, tudo se transforma para a melhor e pior maneira, por isso o homem enfrenta um novo desafio, uma nova aventura que é enfrentar as incertezas, e a educação do futuro deve voltar-se para as incertezas ligadas ao conhecimento.



6º Saber - Ensinar a compreensão
A comunicação humana deve ser voltada para a compreensão. Introduzir a compreensão; compreensão entre departamentos de uma escola, entre alunos e professores, etc.
A comunicação no século XXI do planeta é completa, entre faxes, telefone e Internet todos compreendem, mas os progressos para compreender a compreensão são mínimos. Não há nenhuma técnica de comunicação que traga por si mesma a compreensão. Educar para compreender uma dada matéria de uma disciplina é uma coisa, educar para a compreensão humana é outra, esta é a missão espiritual da educação: ensinar a compreensão entre as pessoas como condição garante da solidariedade intelectual e moral da humanidade; humanidade como um todo um todo como pólo individual. Para uma compreensão da humanidade temos que ensinar e aprender com os obstáculos que existem para a compreensão, o egocentrismo e o sociocentrismo, a redução do intelecto humano, a introspecção, o respeito e abertura ao próximo, a tolerância são caminhos que podem afectar positiva e negativamente a compreensão.



7º Saber - Ética do gênero humano
É a antropo-ética: não desejar para os outros, aquilo que não quer para você. A antropo-ética está ancorada em três elementos:


«


»Indivíduo«




»Sociedade«



»Espécie«


»


Na questão prática de aplicar os 7 saberes, a questão fundamental é que o objetivo não é transformá-los em disciplinas, mas sim em diretrizes para ação e para elaboração de propostas e intervenções educacionais.
A concepção complexa do género humano comporta a tríade


indivíduo «-» sociedade «-» espécie,


significa desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertença à espécie humana. No seio desta tríade complexa emerge a consciência, logo, uma ética propriamente humana, ou seja, uma antropo –



ética que supõe a decisão consciente e esclarecida de assumir a humana condição de indivíduo «-» sociedade «-» espécie na complexidade do nosso ser, de realizar a humanidade em nós próprios na nossa consciência pessoal, de assumir o destino humano nas suas antinomias e na sua plenitude, é–nos proposto um desafio;



trabalhar para a humanização da humanidade; efectuar a dupla condição do planeta – obedecer à vida, guiar a vida; realizar a unidade planetária na diversidade; respeitar ao mesmo tempo no próximo, a diferença e a identidade consigo próprio; desenvolver a ética da solidariedade; da compreensão; ensinar a ética do género humano.



A antropo-ética tem assim a esperança na realização da humanidade como consciência e cidadania planetária. Ensinar a democracia – a democracia permite a relação rica e complexa


indivíduo «-» sociedade,


onde os indivíduos e a sociedade se podem e devem entre-ajudar, entre–desenvolver, entre-regular e entre-controlar. A soberania do povo cidadão conte ao mesmo tempo a auto-limitação desta soberania pela obediência às leis e a transferência de soberania para os eleitores. A democracia contém ao mesmo tempo a auto – limitação da empresa do Estado pela separação dos poderes, a garantia dos direitos individuais e a protecção da vida privada. A democracia supõe e alimenta a diversidade dos interesses assim como a diversidade das ideias. O respeito da diversidade significa que a democracia não pode ser identificada com a ditadura das maiorias sobre as minorias. A democracia tem ao mesmo tempo necessidade de conflitos de ideias e de opiniões que lhe dão a vitalidade e a produtividade. Assim, exigindo ao mesmo tempo consenso, diversidade e conflitualidade, a democracia é um sistema complexo de organização e de civilização políticas que alimenta e se alimenta da autonomia do espírito dos indivíduos, da sua liberdade de opinião e de expressão, do seu civismo, que alimenta e se alimenta do ideal do ideal


Liberdade – Igualdade – Fraternidade


que comporta uma conflitualidade criadora entre os seus três termos inseparáveis. As democracias serão cada vez mais confrontadas com um problema, nascido do desenvolvimento das ciências, técnicas e burocracia. Esta enorme máquina não produz apenas conhecimento e elucidação, produz também ignorância e cegueira.



Os desenvolvimentos disciplinares das ciências não só as vantagens da divisão do trabalho, trouxeram também os inconvenientes da super–especialização, do fechamento e do emparcelamento do saber, assim, o cidadão perde o direito ao conhecimento que está acessível só aos peritos de cada uma das áreas.


Referência Bibliográfica


Morin; Edgar (2000). Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. 8ª Edição - UNESCO. Cortez Editora, edição Brasileira, São Paulo.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Bem- vindo à leitura - Escolha o seu


ATUALIZAÇÃO

Lúcia escreveveu-nos e acrescentou em nossa lista alguns livros que ela gosta muito. São eles:



  • A Cidade e as Serras - Eça de Queirós;




  • As Vinhas da Ira - John Steinbeck;




  • O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder;




  • Livro do Desasossego - Fernando Pessoa;




  • Incidente em Antares - Érico Veríssimo;




  • Rua Principal - Sinclair Lewis.

Obrigada Lúcia !


1. A Divina Comédia -Dante Alighieri

2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare

3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

4. Dom Casmurro -Machado de Assis

5. Cancioneiro -Fernando Pessoa

6. Romeu e Julieta -William Shakespeare

7. A Cartomante -Machado de Assis

8. Mensagem -Fernando Pessoa

9. A Carteira -Machado de Assis

10. A Megera Domada -William Shakespeare

11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare

12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare

13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa

14. Dom Casmurro -Machado de Assis

15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa

17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare

18. A Carta -Pero Vaz de Caminha

19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis

20. Macbeth-William Shakespeare

21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

22. A Tempestade -William Shakespeare

23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa

24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós

25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha

27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa

28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare

29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde

30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare

31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

32. A Mão e a Luva -Machado de Assis

33. Arte Poética -Aristóteles

34. Conto de Inverno -William Shakespeare

35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare

36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare

37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

38. A Metamorfose -Franz Kafka

39. A Cartomante -Machado de Assis

40. Rei Lear-William Shakespeare

41. A Causa Secreta -Machado de Assis

42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa

43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare

44. Júlio César -William Shakespeare

45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente

46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

47. Cancioneiro -Fernando Pessoa

48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional

49. A Ela -Machado de Assis

50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa

51. Dom Casmurro -Machado de Assis

52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho

53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

54. Adão e Eva -Machado de Assis

55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo

56. A Chinela Turca -Machado de Assis

57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare

58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca

59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo

60. Iracema -José de Alencar

61. A Mão e a Luva -Machado de Assis

62. Ricardo III -William Shakespeare

63. O Alienista -Machado de Assis

64. Poemas Inconjuntos-Fernando Pessoa

65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne

66. A Carteira -Machado de Assis

67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa

68. Senhora -José de Alencar

69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães

70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca

72. Sonetos -Luís Vaz de Camões

73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos

74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe

75. Iracema -José de Alencar

76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós

78. O Guarani -José de Alencar

79. A Mulher de Preto -Machado de Assis

80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau

81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio

82. A Pianista -Machado de Assis

83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa

84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis

85. A Herança -Machado de Assis

86. A chave -Machado de Assis

87. Eu -Augusto dos Anjos

88. As Primaveras -Casimiro de Abreu

89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis

90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa

91. Quincas Borba -Machado de Assis

92. A Segunda Vida -Machado de Assis

93. Os Sertões -Euclides da Cunha

94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa

95. O Alienista -Machado de Assis

96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra

97. Medida Por Medida -William Shakespeare

98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare

99. A Alma do Lázaro -José de Alencar

100. A Vida Eterna -Machado de Assis

101. A Causa Secreta -Machado de Assis

102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia

103. Divina Comedia -Dante Alighieri

104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

105. Coriolano -William Shakespeare

106. Astúcias de Marido -Machado de Assis

107. Senhora -José de Alencar

108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente

109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo

112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós

113. Obras Seletas -Rui Barbosa

114. A Mão e a Luva -Machado de Assis

115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco

116. Aurora sem Dia -Machado de Assis

117. Édipo-Rei-Sófocles

118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco

119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis

120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo

121. Tito Andrônico-William Shakespeare

122. Adão e Eva -Machado de Assis

123. Os Sertões -Euclides da Cunha

124. Esaú e Jacó -Machado de Assis

125. Don Quixote -Miguel de Cervantes

126. Camões -Joaquim Nabuco

127. Antes que Cases -Machado de Assis

128. A melhor das noivas -Machado de Assis

129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca

130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo

131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós

132. Helena -Machado de Assis

133. Contos -José Maria Eça de Queirós

134. A Sereníssima República -Machado de Assis

135. Iliada-Homero

136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco

137. A Brasileira de Prazins-Camilo Castelo Branco

138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões

139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage

140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa

141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis

142. A Carne -Júlio Ribeiro

143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

144. Don Quijote-Miguel de Cervantes

145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne

146. A Semana -Machado de Assis

147. A viúva Sobral -Machado de Assis

148. A Princesa de Babilônia -Voltaire

149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional

151. Papéis Avulsos -Machado de Assis

152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos

153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós

154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós

155. Anedota do Cabriolet-Machado de Assis

156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias

157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis

158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho

159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra

160. Almas Agradecidas -Machado de Assis

161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós

162. Contos Fluminenses -Machado de Assis

163. Odisséia -Homero

164. Quincas Borba -Machado de Assis

165. A Mulher de Preto -Machado de Assis

166. Balas de Estalo -Machado de Assis

167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis

168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós

169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis

170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu

171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca

172. Cinco Minutos -José de Alencar

173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

174. Lucíola -José de Alencar

175. A Parasita Azul -Machado de Assis

176. A Viuvinha -José de Alencar

177. Utopia -Thomas Morus

178. Missa do Galo -Machado de Assis

179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero

181. Hamlet -William Shakespeare

182. A Ama-Seca -Artur Azevedo

183. O Espelho -Machado de Assis

184. Helena -Machado de Assis

185. As Academias de Sião -Machado de Assis

186. A Carne -Júlio Ribeiro

187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós

188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar

189. Antes da Missa -Machado de Assis

190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio

191. A Carta -Pero Vaz de Caminha

192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca

193. A mulher Pálida -Machado de Assis

194. Americanas -Machado de Assis

195. Cândido -Voltaire

196. Viagens de Gulliver-Jonathan Swift

197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu

198. Conto de Escola -Machado de Assis

199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões

200. Iluminuras -Arthur Rimbaud

201. Schopenhauer-Thomas Mann

202. Carolina -Casimiro de Abreu

203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde

204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha

205. Memorial de Aires -Machado de Assis

206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

207. A última receita -Machado de Assis

208. 7 Canções -Salomão Rovedo

209. Antologia -Antero de Quental

210. O Alienista -Machado de Assis

211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos

212. Alma Inquieta -Olavo Bilac

213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães

214. A Semana -Machado de Assis

215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto

216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo

217. Esaú e Jacó -Machado de Assis

218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões

219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos

220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis

221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos

222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto

223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente

224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo

225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis

226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis

227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca

228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves

229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo

230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães

232. Kamasutra-Mallanâga Vâtsyâyana

233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto

234. A Bela Madame Vargas -João do Rio

235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud

236. Cinco Mulheres -Machado de Assis

237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro

238. O Cortiço -Aluísio Azevedo

239. RELIQUIAE-Florbela Espanca

240. Minha formação -Joaquim Nabuco

241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo

242. Auto da Alma -Gil Vicente

243. 345 -Artur Azevedo

244. O Dicionário -Machado de Assis

245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto

246.. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis

247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior

248. Cinco minutos -José de Alencar

249. Lucíola -José de Alencar

250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo

251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa

252. A Alegria da Revolução -Ken Knab

253. O Ateneu -Raul Pompéia

254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto

255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis

256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio

257. Noite de Almirante -Machado de Assis

258. O Sertanejo -José de Alencar

259. A Conquista -Coelho Neto

260. Casa Velha -Machado de Assis

261. O Enfermeiro -Machado de Assis

262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde

263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo

264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo

265. Poemas -Safo

266. A Viuvinha -José de Alencar

267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco

268. Contos para Velhos -Olavo Bilac

269. Ulysses -James Joyce

270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho

271. Cícero -Plutarco

272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves

273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis

274. As Religiões no Rio -João do Rio

275. Várias Histórias -Machado de Assis

276. A Arrábida-Vania Ribas Ulbricht

277. Bons Dias -Machado de Assis

278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac

279. A Capital Federal -Artur Azevedo

280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães

281. As Forças Caudinas-Machado de Assis

282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco

283. Balas de Estalo -Machado de Assis

284. AS VIAGENS -Olavo Bilac

285. Antigonas-Sofócles

286. A Dívida -Artur Azevedo

287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira

288. Uns Braços -Machado de Assis

289. Ubirajara -José de Alencar

290. Poética -Aristóteles

291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha

292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht

293. Antes da Rocha Tapéia-Machado de Assis

294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo

295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis

296. Via-Láctea-Olavo Bilac

297. O Mulato -Aluísio de Azevedo

298. O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós

299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves

300. A Pata da Gazela -José de Alencar

301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado

302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves

303.. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida

304. O que é o Casamento? -José de Alencar

305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht